sábado, 9 de maio de 2015
O amor é como um delicioso banquete servido aos convidados. Só pode ser degustado quente e, estando frio, não poderá, em hipótese alguma, ser posto à mesa.
Os convidados aguardam a hora certa de se deliciarem, não passam à frente um dos outros para que não hajam brigas, julgamentos ou discórdias.
Todos presentes neste banquete, alí estão por vontade própria e não foram obrigados a nada!
O problema é quando não fomos convidados e insistimos em participar. Daí, não há mais lugar para se assentar, e debaixo da mesa, nos angustiamos para comermos das sobras que nos restam.
De uma coisa eu sei. Não devemos nos sujeitar a esse tipo de sofrimento. Isso, jamais! Se não for para se assentar no lugar principal e saborear do que é servido, nem me convide a entrar em sua vida. Porque no banquete do amor, me desculpe, minha flor, não nasci para comer das migalhas que me caem!
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