Eu poderia até ser mais uma na cama de qualquer outro homem, provavelmente qualquer um deles não seria mais do que isso na minha também. Mas não na sua, não você... Você é especial, você é o meu bem querer, minha inspiração, o meu sonho bom, o meu amor bandido, lindo, inexplicável e incompreensível. Você é a minha tradução para palavra amor, a imperfeição mais perfeita para mim, que Deus criou. Você é a primeira pessoa que me vem a cabeça quando vejo um arco-íris, ou quando vejo o Sol se por. Você é quem me faz chorar de saudade, carinho, paixão, necessidade, toda vez me pego parada, olhando para o nada, pensando nas coisas do mundo. Você é a boa parte disso tudo, que não precisa ser legal, não precisa ser minha, não precisa ser bela, não precisa ser correspondida.
Você pode até tentar me machucar, magoar, ferir, mas não adianta, eu não conseguiria sentir nada por ti que não fosse bom. Compreende a assustadora magia que existe nesse sentimento? É maior que eu, maior do que eu possa descrever, maior do que se possa imaginar, maior do que qualquer coisa.
Não quero e não vou jamais perder a essência desse sentimento. Renuncio aos prazeres, momentos de fogo e paixão, mas desse amor que mudou meus rumos e reescreveu a minha história, nem por você, eu abro mão.
sábado, 26 de novembro de 2011
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Oi, eu queria poder te dizer tantas coisas mas quando eu penso estar pronto eu recomeço...tô aqui olhando pra sua foto pra ter inspiração mas são tantos calafrios que não consigo digitar, as letras saem juntas, emboladas igual de criança - não, de criança não, impossível uma criança desejar tanto alguém como eu ando te desejando - mas olha, não se assusta eu só vou continuar se você quiser. Já pensei inúmeras coisas com você, mas eu fico satisfeita se eu realizar só uma, pode ser ? Certo, você não me conhece bem mas é exatamente isso que eu quero fazer, me apresentar e te mostrar o que eu trago no peito, pode ser todo seu, mas se não aguentar eu vou liberando aos poucos, é muito amor viu? Vou aguardar sua resposta,Mas cuidado, sério, é muito amor.
Oi, eu queria poder te dizer tantas coisas mas quando eu penso estar pronto eu recomeço...tô aqui olhando pra sua foto pra ter inspiração mas são tantos calafrios que não consigo digitar, as letras saem juntas, emboladas igual de criança - não, de criança não, impossível uma criança desejar tanto alguém como eu ando te desejando - mas olha, não se assusta eu só vou continuar se você quiser. Já pensei inúmeras coisas com você, mas eu fico satisfeita se eu realizar só uma, pode ser ? Certo, você não me conhece bem mas é exatamente isso que eu quero fazer, me apresentar e te mostrar o que eu trago no peito, pode ser todo seu, mas se não aguentar eu vou liberando aos poucos, é muito amor viu? Vou aguardar sua resposta,Mas cuidado, sério, é muito amor.
Certamente hoje eu não preciso que gostem de mim, já passei por fases que isso era crucial, era necessário para me sentir completa. Hoje em dia eu compreendo essas fases boas e ruins que passei, cada lágrima eu guardei como lição e aprendo para que na próxima vez eu não erre - errar uma vez é humano, persistir no erro continua sendo humano para quem ama - cada despendida eu entendo que é pra dar lugar para outra pessoa melhor chegar então eu vos despeço nessa esperança de outro alguém chegar! Mas não demora porque enquanto você não vem dói. Nada que me faça desistir de te esperar mas sim que me faça criar mais expectativas - o problema das grandes expectativas que corre o risco de gerar grandes decepções, então é você que escolhe ''quem já sofreu uma vez, sofre duas'' ou ''começa a por em prática o que aprendeu desde primeira.
Dentro de nós existe uma constante batalha de personalidades. A ruim é aquela que inveja, que só deseja o mal, só pensa na ambição, na destruição, é egoísta, é arrogante e pobre de espírito. E tem a boa que adora fazer o bem, que ama, que luta por dias melhores, que é feliz, que tem paz e que também deseja a paz, que além de todos os problemas da vida entende que existem coisas que nos fazem perceber quão patético são os motivos que nós ficamos tristes. E nessa batalha só vence a personalidade que você mesmo alimentar.
Oi, eu queria poder te dizer tantas coisas mas quando eu penso estar pronto eu recomeço...tô aqui olhando pra sua foto pra ter inspiração mas são tantos calafrios que não consigo digitar, as letras saem juntas, emboladas igual de criança - não, de criança não, impossível uma criança desejar tanto alguém como eu ando te desejando - mas olha, não se assusta eu só vou continuar se você quiser. Já pensei inúmeras coisas com você, mas eu fico satisfeita se eu realizar só uma, pode ser ? Certo, você não me conhece bem mas é exatamente isso que eu quero fazer, me apresentar e te mostrar o que eu trago no peito, pode ser todo seu, mas se não aguentar eu vou liberando aos poucos, é muito amor viu? Vou aguardar sua resposta,Mas cuidado, sério, é muito amor.
Sabe amor, não lembro ao certo quando foi mas um dia você disse que iria ser pra sempre, foi logo assim no auge de quando nos conhecemos, quando tudo era perfeito ''pra mim''. Você me proporcionou ótimos momentos - obrigado - sempre nos demos tão bem, né? Por que acabou? Amor, por que acabamos com nós? Até hoje você sente ciumes ou finge sentir, você cobra coisas de mim que também cobrava quando éramos um só, você faz tudo que fazia antes mas não pede pra eu voltar, Por que? Eu até iria pedir pra você voltar pra mim, mas eu tenho medo ainda, as decepções, o amor não correspondido...tudo isso eu superei, mas você não muda, você não consegue ter amor suficiente então eu não espero nada de você. Mas passou, tudo isso passou e agora eu só lembro do que não da pra esquecer, foi bom mas acabou, a unica coisa que me resta são as cicatrizes que você deixou e pelo visto não lembra né? Mas tudo bem, quem sofre é quem apanha, porque nunca esquece, mas te garanto que aprende.
Estou procurando alguém para amar, verdade! É chato admitir isso mas eu preciso de alguém pra me ligar e perguntar se estou bem, se já jantei e até mesmo se já escovei os dentes, preciso me arrumar e ouvir dizer que estou linda essa noite e responder que '' é tudo pra você''. Chato mesmo é você ouvir aquela musica linda e não ter ninguém pra pensar, até tem... mas dói lembrar do que passou e quem vive de passado é museu, eu só penso no presente.
Me apego numa velocidade luz sem saber se vou me decepcionar ou não! Faço minha parte me entregando por inteiro, dando todo o meu amor e se for me magoar tá beleza, o mundo gira, tá sabendo? Meu amor vira um ódio absurdo, vai filtrando todos os sentimentos, esquecendo tudo que você me fez, porque lembrar de merdas do passado é acumular problemas desnecessários que seria perca de tempo lembrar
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Como saber quando alguém não está tão a fim de você!
Bem, de verdade mesmo, quando o intuito é saber o que uma pessoa está sentindo, o modo mais seguro e simples seria o óbvio ululante: perguntando para ela! Entretanto, considerando que nem todos conseguem ser tão diretos e sinceros – seja para perguntar ou para responder – especialmente quando o assunto é sentimento ou desejo, esta pode não ser a forma mais eficiente. Sim, é difícil ser óbvio, na maioria das vezes. E talvez seja por isso que os relacionamentos nos desafiem tanto!
Portanto, se você não pretende perguntar, ou ainda, se já perguntou, mas a resposta obtida não te convenceu, sugiro que lance mão de duas ferramentas próprias também bastante eficientes: a observação e a intuição.
A observação servirá para você diferenciar as atitudes de quem está a fim e de quem não está, seja de você ou de qualquer outra pessoa. E a intuição servirá para você se dar conta do que acontece ao seu redor e que nem sempre é tão evidente. A intuição é uma espécie de linguagem do coração: nos dá respostas que as palavras, muitas vezes, não conseguem.
Entretanto, penso que mais fácil do que identificar as ações de alguém que não está a fim de você, seja constatar as ações de quem está a fim. Lembre-se de que gostar de alguém não tem a ver somente com palavras, mas principalmente com atitudes. Afinal, não basta sentir, é preciso agir de modo coerente com tais sentimentos. Então, fique de olho nessas dicas de como se comporta alguém que está a fim de você:
- Quem está a fim, demonstra interesse, quer saber da sua vida, do seu dia, dos seus planos e desejos.
- Quem está a fim, quer te ver, quer marcar um café, um cinema, uma balada ou um simples “esbarrão” onde seus caminhos se cruzam...
- Quem está a fim, liga, manda mensagem, torpedo, carta, sinal de fumaça, qualquer coisa... mas não desaparece!
- Quem está a fim, cumpre o que promete. E quando não pode cumprir, se justifica, se explica, pede desculpas.
- Quem está a fim, não vive inventando desculpas duvidosas ou esfarrapadas para os recorrentes sumiços ou “furos”.
- Quem está a fim, sente saudades, reclama sua ausência, esforça-se para viabilizar um encontro, nem que tenha de fazer parecer mera “coincidência”.
- Quem está a fim, dá um jeito de descobrir do que você gosta, porque o que mais quer é te agradar, surpreender, conquistar, seduzir...
- Quem está a fim, não vai embora só porque vocês discutiram, não desiste de você depois do primeiro obstáculo. Quem está a fim, persiste, insiste, tenta até o fim...
E por essas e outras, você já pode ter uma noção da diferença entre quem quer e quem não quer estar com você. Eu sei que quando a gente está a fim, quer dar mais uma chance, tentar conquistar, tentar mudar o panorama desfavorável. Ok! Não há nada de errado nisso! No entanto, fique atento para não extrapolar seu próprio limite.
Se o outro insiste em dizer ou demonstrar que não quer, que não é a melhor hora, o ideal mesmo, para não se machucar e detonar a sua auto-estima, é amargar alguns dias de rejeição e, em seguida, partir pra outra. Bola pra frente. Não vale a pena ficar investindo toda sua energia numa pessoa que já deixou claro que não tem espaço para você na vida dela.
E tome bastante cuidado principalmente com aqueles que adoram levar o outro “em banho-maria”. Num dia, são românticos, carinhosos, queridos, apaixonados. No outro, desaparecem ou são grosseiros, frios e te tratam como se você fosse um intruso, insistente e chato. Fuja desse tipo de gente, porque são sinônimos de sofrimento intenso. São enlouquecedores!
Muito pior do que um claro “não”, é um constante “sim-não-sim-não-sim...”. Isso, ninguém merece! É jogo sujo, golpe baixo, covardia...
Portanto, se você não pretende perguntar, ou ainda, se já perguntou, mas a resposta obtida não te convenceu, sugiro que lance mão de duas ferramentas próprias também bastante eficientes: a observação e a intuição.
A observação servirá para você diferenciar as atitudes de quem está a fim e de quem não está, seja de você ou de qualquer outra pessoa. E a intuição servirá para você se dar conta do que acontece ao seu redor e que nem sempre é tão evidente. A intuição é uma espécie de linguagem do coração: nos dá respostas que as palavras, muitas vezes, não conseguem.
Entretanto, penso que mais fácil do que identificar as ações de alguém que não está a fim de você, seja constatar as ações de quem está a fim. Lembre-se de que gostar de alguém não tem a ver somente com palavras, mas principalmente com atitudes. Afinal, não basta sentir, é preciso agir de modo coerente com tais sentimentos. Então, fique de olho nessas dicas de como se comporta alguém que está a fim de você:
- Quem está a fim, demonstra interesse, quer saber da sua vida, do seu dia, dos seus planos e desejos.
- Quem está a fim, quer te ver, quer marcar um café, um cinema, uma balada ou um simples “esbarrão” onde seus caminhos se cruzam...
- Quem está a fim, liga, manda mensagem, torpedo, carta, sinal de fumaça, qualquer coisa... mas não desaparece!
- Quem está a fim, cumpre o que promete. E quando não pode cumprir, se justifica, se explica, pede desculpas.
- Quem está a fim, não vive inventando desculpas duvidosas ou esfarrapadas para os recorrentes sumiços ou “furos”.
- Quem está a fim, sente saudades, reclama sua ausência, esforça-se para viabilizar um encontro, nem que tenha de fazer parecer mera “coincidência”.
- Quem está a fim, dá um jeito de descobrir do que você gosta, porque o que mais quer é te agradar, surpreender, conquistar, seduzir...
- Quem está a fim, não vai embora só porque vocês discutiram, não desiste de você depois do primeiro obstáculo. Quem está a fim, persiste, insiste, tenta até o fim...
E por essas e outras, você já pode ter uma noção da diferença entre quem quer e quem não quer estar com você. Eu sei que quando a gente está a fim, quer dar mais uma chance, tentar conquistar, tentar mudar o panorama desfavorável. Ok! Não há nada de errado nisso! No entanto, fique atento para não extrapolar seu próprio limite.
Se o outro insiste em dizer ou demonstrar que não quer, que não é a melhor hora, o ideal mesmo, para não se machucar e detonar a sua auto-estima, é amargar alguns dias de rejeição e, em seguida, partir pra outra. Bola pra frente. Não vale a pena ficar investindo toda sua energia numa pessoa que já deixou claro que não tem espaço para você na vida dela.
E tome bastante cuidado principalmente com aqueles que adoram levar o outro “em banho-maria”. Num dia, são românticos, carinhosos, queridos, apaixonados. No outro, desaparecem ou são grosseiros, frios e te tratam como se você fosse um intruso, insistente e chato. Fuja desse tipo de gente, porque são sinônimos de sofrimento intenso. São enlouquecedores!
Muito pior do que um claro “não”, é um constante “sim-não-sim-não-sim...”. Isso, ninguém merece! É jogo sujo, golpe baixo, covardia...
Solidão
“Deus costuma usar a solidão
Para nos ensinar sobre a convivência.
Às vezes, usa a raiva para que possamos
Compreender o infinito valor da paz.
Outras vezes usa o tédio, quando quer
nos mostrar a importância da aventura e do abandono.
Deus costuma usar o silêncio para nos ensinar
sobre a responsabilidade do que dizemos.
Às vezes usa o cansaço, para que possamos
Compreender o valor do despertar.
Outras vezes usa a doença, quando quer
nos mostrar a importância da saúde.
Deus costuma usar o fogo,
para nos ensinar a importância da água.
Às vezes, usa a terra, para que possamos
Compreender o valor do ar.
Outras vezes usa a morte, quando quer
nos mostrar a importância da vida.”
Fernando Pessoa
Para nos ensinar sobre a convivência.
Às vezes, usa a raiva para que possamos
Compreender o infinito valor da paz.
Outras vezes usa o tédio, quando quer
nos mostrar a importância da aventura e do abandono.
Deus costuma usar o silêncio para nos ensinar
sobre a responsabilidade do que dizemos.
Às vezes usa o cansaço, para que possamos
Compreender o valor do despertar.
Outras vezes usa a doença, quando quer
nos mostrar a importância da saúde.
Deus costuma usar o fogo,
para nos ensinar a importância da água.
Às vezes, usa a terra, para que possamos
Compreender o valor do ar.
Outras vezes usa a morte, quando quer
nos mostrar a importância da vida.”
Fernando Pessoa
A ESTÓRIA DO BAMBÚ CHINÊS
Depois de plantada a semente deste incrível arbusto, não se vê nada por aproximadamente cinco anos, exceto um lento desabrochar de um diminuto broto a partir do bulbo. Durante cinco anos, todo o crescimento é subterrâneo, invisível a olho nu, mas uma maciça e fibrosa estrutura de raiz que se estende vertical e horizontalmente pela terra está sendo construída.
Então, no final do 5º ano, o bambu chinês cresce até atingir a altura de 25 metros.
Um escritor de nome Covey escreveu:
"Muitas coisas na vida pessoal e profissional são iguais ao bambu chinês. Você trabalha, investe tempo, esforço, faz tudo o que pode para nutrir seu crescimento, e às vezes não vê nada por semanas, meses ou anos.
Mas se tiver paciência para continuar trabalhando, persistindo e nutrindo, o seu quinto ano chegará, e com ele virão um crescimento e mudanças que você jamais esperava.
O bambu chinês nos ensina que não devemos facilmente desistir de nossos projetos e de nossos sonhos... Em nosso trabalho especialmente, que é um projeto fabuloso que envolve mudanças de comportamento, de pensamento, de cultura e de sensibilização, devemos sempre nos lembrar do bambu chinês para não desistirmos facilmente diante das dificuldades que surgirão.
Procure cultivar sempre dois bons hábitos na vida: a Persistência e a Paciência, pois você merece alcançar todos os seus sonhos.
É preciso muita fibra para chegar às alturas e, ao mesmo tempo, muita flexibilidade para se curvar ao chão."
Então, no final do 5º ano, o bambu chinês cresce até atingir a altura de 25 metros.
Um escritor de nome Covey escreveu:
"Muitas coisas na vida pessoal e profissional são iguais ao bambu chinês. Você trabalha, investe tempo, esforço, faz tudo o que pode para nutrir seu crescimento, e às vezes não vê nada por semanas, meses ou anos.
Mas se tiver paciência para continuar trabalhando, persistindo e nutrindo, o seu quinto ano chegará, e com ele virão um crescimento e mudanças que você jamais esperava.
O bambu chinês nos ensina que não devemos facilmente desistir de nossos projetos e de nossos sonhos... Em nosso trabalho especialmente, que é um projeto fabuloso que envolve mudanças de comportamento, de pensamento, de cultura e de sensibilização, devemos sempre nos lembrar do bambu chinês para não desistirmos facilmente diante das dificuldades que surgirão.
Procure cultivar sempre dois bons hábitos na vida: a Persistência e a Paciência, pois você merece alcançar todos os seus sonhos.
É preciso muita fibra para chegar às alturas e, ao mesmo tempo, muita flexibilidade para se curvar ao chão."
A TRISTEZA PERMITIDA
Se eu disser pra você que hoje acordei triste, que foi difícil sair da cama, mesmo sabendo que o sol estava se exibindo lá fora e o céu convidava para a farra de viver, mesmo sabendo que havia muitas providências a tomar, acordei triste e tive preguiça de cumprir os rituais que faço sem nem prestar atenção no que estou sentindo, como tomar banho, colocar uma roupa, ir pro computador, sair pra compras e reuniões – se eu disser que foi assim, o que você me diz? Se eu lhe disser que hoje não foi um dia como os outros, que não encontrei energia nem pra sentir culpa pela minha letargia, que hoje levantei devagar e tarde e que não tive vontade de nada, você vai reagir como?
Você vai dizer “te anima” e me recomendar um antidepressivo, ou vai dizer que tem gente vivendo coisas muito mais graves do que eu (mesmo desconhecendo a razão da minha tristeza), vai dizer pra eu colocar uma roupa leve, ouvir uma música revigorante e voltar a ser aquela que sempre fui, velha de guerra.
Você vai fazer isso porque gosta de mim, mas também porque é mais um que não tolera a tristeza: nem a minha, nem a sua, nem a de ninguém. Tristeza é considerada uma anomalia do humor, uma doença contagiosa, que é melhor eliminar desde o primeiro sintoma. Não sorriu hoje? Medicamento. Sentiu uma vontade de chorar à toa? Gravíssimo, telefone já para o seu psiquiatra.
A verdade é que eu não acordei triste hoje, nem mesmo com uma suave melancolia, está tudo normal. Mas quando fico triste, também está tudo normal. Porque ficar triste é comum, é um sentimento tão legítimo quanto a alegria, é um registro de nossa sensibilidade, que ora gargalha em grupo, ora busca o silêncio e a solidão. Estar triste não é estar deprimido.
Depressão é coisa muito séria, contínua e complexa. Estar triste é estar atento a si próprio, é estar desapontado com alguém, com vários ou consigo mesmo, é estar um pouco cansado de certas repetições, é descobrir-se frágil num dia qualquer, sem uma razão aparente – as razões têm essa mania de serem discretas.
“Eu não sei o que meu corpo abriga/ nestas noites quentes de verão/ e não me importa que mil raios partam/ qualquer sentido vago da razão/ eu ando tão down...” Lembra da música? Cazuza ainda dizia, lá no meio dos versos, que pega mal sofrer. Pois é, pega mal. Melhor sair pra balada, melhor forçar um sorriso, melhor dizer que está tudo bem, melhor desamarrar a cara. “Não quero te ver triste assim”, sussurrava Roberto Carlos em meio a outra música. Todos cantam a tristeza, mas poucos a enfrentam de fato. Os esforços não são para compreendê-la, e sim para disfarçá-la, sufocá-la, ela que, humilde, só quer usufruir do seu direito de existir, de assegurar seu espaço nesta sociedade que exalta apenas o oba-oba e a verborragia, e que desconfia de quem está calado demais. Claro que é melhor ser alegre que ser triste (agora é Vinícius), mas melhor mesmo é ninguém privar você de sentir o que for. Em tempo: na maioria das vezes, é a gente mesmo que não se permite estar alguns degraus abaixo da euforia.
Tem dias que não estamos pra samba, pra rock, pra hip-hop, e nem pra isso devemos buscar pílulas mágicas para camuflar nossa introspecção, nem aceitar convites para festas em que nada temos para brindar. Que nos deixem quietos, que quietude é armazenamento de força e sabedoria, daqui a pouco a gente volta, a gente sempre volta, anunciando o fim de mais uma dor – até que venha a próxima, normais que somos.
Você vai dizer “te anima” e me recomendar um antidepressivo, ou vai dizer que tem gente vivendo coisas muito mais graves do que eu (mesmo desconhecendo a razão da minha tristeza), vai dizer pra eu colocar uma roupa leve, ouvir uma música revigorante e voltar a ser aquela que sempre fui, velha de guerra.
Você vai fazer isso porque gosta de mim, mas também porque é mais um que não tolera a tristeza: nem a minha, nem a sua, nem a de ninguém. Tristeza é considerada uma anomalia do humor, uma doença contagiosa, que é melhor eliminar desde o primeiro sintoma. Não sorriu hoje? Medicamento. Sentiu uma vontade de chorar à toa? Gravíssimo, telefone já para o seu psiquiatra.
A verdade é que eu não acordei triste hoje, nem mesmo com uma suave melancolia, está tudo normal. Mas quando fico triste, também está tudo normal. Porque ficar triste é comum, é um sentimento tão legítimo quanto a alegria, é um registro de nossa sensibilidade, que ora gargalha em grupo, ora busca o silêncio e a solidão. Estar triste não é estar deprimido.
Depressão é coisa muito séria, contínua e complexa. Estar triste é estar atento a si próprio, é estar desapontado com alguém, com vários ou consigo mesmo, é estar um pouco cansado de certas repetições, é descobrir-se frágil num dia qualquer, sem uma razão aparente – as razões têm essa mania de serem discretas.
“Eu não sei o que meu corpo abriga/ nestas noites quentes de verão/ e não me importa que mil raios partam/ qualquer sentido vago da razão/ eu ando tão down...” Lembra da música? Cazuza ainda dizia, lá no meio dos versos, que pega mal sofrer. Pois é, pega mal. Melhor sair pra balada, melhor forçar um sorriso, melhor dizer que está tudo bem, melhor desamarrar a cara. “Não quero te ver triste assim”, sussurrava Roberto Carlos em meio a outra música. Todos cantam a tristeza, mas poucos a enfrentam de fato. Os esforços não são para compreendê-la, e sim para disfarçá-la, sufocá-la, ela que, humilde, só quer usufruir do seu direito de existir, de assegurar seu espaço nesta sociedade que exalta apenas o oba-oba e a verborragia, e que desconfia de quem está calado demais. Claro que é melhor ser alegre que ser triste (agora é Vinícius), mas melhor mesmo é ninguém privar você de sentir o que for. Em tempo: na maioria das vezes, é a gente mesmo que não se permite estar alguns degraus abaixo da euforia.
Tem dias que não estamos pra samba, pra rock, pra hip-hop, e nem pra isso devemos buscar pílulas mágicas para camuflar nossa introspecção, nem aceitar convites para festas em que nada temos para brindar. Que nos deixem quietos, que quietude é armazenamento de força e sabedoria, daqui a pouco a gente volta, a gente sempre volta, anunciando o fim de mais uma dor – até que venha a próxima, normais que somos.
:(
Imagine nós dois, eu e você, daqui a alguns anos, morando juntos. Não precisaríamos ser namorados, nem casados, nem nada disso. Apenas amigos. E nós seriamos felizes, eu e você. Fotos de nós dois estariam espalhadas pela casa. Fotos suas no meu quarto, fotos minhas no seu quarto. Mas nós dormiríamos juntos. Pelo simples fato de eu te querer por perto, e você me querer também. Pelo simples fato do seu quarto estar bagunçado de mais e a minha cama ser perfeita para nós dois. Eu teria medo do escuro, sem você. E eu andaria apenas com roupas íntimas, e você fingiria não se importar. E eu fingiria acreditar. Eu fugiria de você, correndo pela casa, rindo, com o controle da televisão, só pra você não mudar o canal. E você me pegaria, e ficaríamos abraçados até o silêncio nos constranger. Nossos sábados a noite seriam nostálgicos, olharíamos todos tipos de filme, atiraríamos pipocas um no outro e pediríamos uma pizza. Nostálgicos e perfeitos, porque depois dormiríamos abraçados, no sofá da sala, ao som da melodia dos créditos de um filme de romance em que eu choraria do começo ao fim, e você riria de mim e comigo. Iríamos ao supermercado uma vez por mês, comprar as mais diversas porcarias. E não nos faltaria nada. Você não se importaria com as minhas roupas espalhadas pela casa e pelo seu quarto. Eu não me importaria com a sua bagunça diária, nem com a sua toalha de banho atirada pelos cantos. Nos domingos à tarde, ficaríamos na sacada do nosso apartamentinho no 3º andar, tomando coca e cantando músicas velhas. Olharíamos as pessoas lá em baixo, casais apaixonados, e ficaríamos em silêncio, perdidos nos nossos próprios pensamentos. Seus amigos viriam te visitar, e eu choraria em silêncio, no escuro do meu quarto. Até eles irem embora e você ir dormir comigo, e perguntar se chorei. Eu negaria. Você acreditaria. Me acordaria no meio da noite, para contar um sonho que teve. E nós riríamos juntos. Me acordaria com café na cama, ou com uma rosa roubada do jardim da casa vizinha. Eu deixaria um recado sutil de amor na porta da geladeira antes de sair na segunda de manhã para visitar meus pais. Poderíamos até ter um cachorro. Poderíamos juntos, levar ele para passear. E você decidiria pintar a casa, e ela ficaria vazia, apenas com nós dois e nosso cachorro. Deitaríamos no chão, e eu perguntaria em que você estaria pensando. Você mentiria e me perguntava o mesmo. Eu mentiria. Eu iria para o trabalho todo dia de manhã, enquanto você ia para a universidade. Você me amaria, em silêncio. Eu também te amaria, em silêncio. Em alguns anos, você estaria se formando , e eu estaria no topo da carreira. E eu te levaria pra jantar e te pediria em casamento. Você aceitaria. E seria uma linda história de amor
domingo, 20 de novembro de 2011
Sexo está muito fácil, beijar na boca virou disputa. Alianças vão parar no bolso, elogiar é chamar de gostosa. Namorar é brega. Amar é perda de tempo. E, cada vez mais, o ser humano se perde em coisas tão simples, e transforma um sentimento puro e bonito, em algo sujo, feio, sem graça e sem valor algum.
Atualmente estou desacreditada do amor, amei e me descepcionei me machucaram sem eu merecer... mas mesmo assim tenho esperança no amor...
Atualmente estou desacreditada do amor, amei e me descepcionei me machucaram sem eu merecer... mas mesmo assim tenho esperança no amor...
Amo Amar Você
Cavalo bravo a gente amansa,boi chifrudo a gente manda pastar, homem assanhado a gente laça e pisa até sossegar, porque não existe nessa vida quem consiga nos domar. Eu nunca vi mudo falar, surdo escutar e cego enxergar, mais já vi muita mulher como nós fazer homem chorar. ahoow tchê tchê .
Eu sou assim...
Sou dramática, intensa, transitória e tenho uma alegria em mim que quase me deixa exausta. Eu sei sorrir com os olhos e gargalhar com o corpo todo. Eu sei chorar toda encolhida abraçando as pernas. Por isso, não me venha com meios-termos, com mais ou menos ou qualquer coisa. Venha a mim com corpo, alma, vísceras e falta de ar.
Que seja infinito ∞
Aprendemos a amar as pessoas, não pelo que elas têm, não pela sua aparência. Aprendemos a amar as pessoas verdadeiramente com o tempo de convivência, com tudo aquilo que elas nos ensinam; eu aprendi a te amar, pelo que você é, pelo que você me faz sentir. Eu aprendi a te amar por tudo que você faz por mim. E o amor que sinto por você é uma coisa que eu nunca vou desaprender! Eu aprendi a te amar pela amizade forte que tenho com você, mesmo que muito rápida, e agora… Agora é pra sempre! ♥
Abstrai!
descrição:A vida é boa demais para ficarmos preocupados com fofocas, com ex, com amigos falsos, com aquela pessoa que julgamos ser a pessoa de nossas vidas ou com as desilusões que sofremos. Esqueça os problemas bobos e viva a vida intensamente, aproveite todos os momentos e faça de sua presença especial. Afinal desilusão não mata, ensina a viver. Perdoar não é esquecer, é lembrar sem mágoas. Amigos de verdade são poucos e tudo na vida se supera. Com o tempo você vai percebendo que para ser feliz com outra pessoa, você precisa em primeiro lugar não precisar dela. Percebe também que aquela pessoa que você ama ou acha que ama e que não quer nada com você, definitivamente não é a pessoa da sua vida. Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você. O segredo não é correr atrás das borboletas, mas sim cuidar do jardim para que elas venham até você. No final das contas você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você.
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Ainda me sinto tão sua. Talvez por um passado que teima em querer sempre continuar no presente, talvez pela forma como tudo acabou, talvez pelas vezes que você decide brincar-que-gosta-de-mim. Talvez. Mas o que não dá mais é pra viver pela metade, viver de suposições. Te amar mais ou menos e te odiar também. Te querer aqui, agora ou sentir náuseas só de imaginar aquele teu cheiro. Preciso começar a ser completa em tudo o que faço, preciso parar de achar defeito em todos os caras que olham para mim só porque ele não é você. Ser completa na vida. Chega de você sempre! Chega de ser sempre você! Vou deixar de procurar alguém pra te repor porque assim eu só ia lembrar mais ainda. Preciso aprender a ditar as regras do jogo, dá uma pausa nesse veneno que você injetou em mim e deixar de me sentir sempre culpada pelo nosso fim. É fim e pronto, de quem é a culpa já não importa mais! E seguir… Viajar, sair, curtir, beber, dançar… encontrar alguém, simplesmente alguém que me faça feliz, sem precisar ficar comparando. Dá vontade de gritar bem alto pra você me deixar em paz e sair da minha cabeça, dá vontade de parar de escrever isso aqui tudo e sair correndo pra viver, é isso, viver! Pôr em prática todos esses “auto conselhos” e pronto, ser feliz. Ah, se fosse fácil assim. É que sempre que penso em ser feliz, você me vem a cabeça.
Quem ama suspira.
Hoje levantei cedo pensando no que tenho a fazer antes que o relógio marque meia-noite. É minha função escolher que tipo de dia vou ter hoje. Posso reclamar porque está chovendo ou agradecer às águas por lavarem a poluição. Posso ficar triste por não ter dinheiro ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças, evitando o desperdício. Posso reclamar sobre minha saúde ou dar graças por estar vivo. Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado tudo o que eu queria ou posso ser grato por ter nascido. Posso reclamar por ter que ir trabalhar ou agradecer por ter trabalho. Posso sentir tédio com as tarefas da casa ou agradecer por ter um teto para morar. Posso lamentar decepções com amigos ou me entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades.
Se as coisas não saíram como planejei, posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar. O dia está na minha frente esperando para ser o que eu quiser.
E aqui estou eu. - Tudo depende só de mim.
Se as coisas não saíram como planejei, posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar. O dia está na minha frente esperando para ser o que eu quiser.
E aqui estou eu. - Tudo depende só de mim.
domingo, 13 de novembro de 2011
''Meu bem, só te peço isso… seja mais claro comigo. Você não sabe, mas eu tenho o maldito vício de fantasiar demais, de dar valor aos detalhes, de acreditar em indiretas. Então por favor, tô te pedindo, e é a unica coisa que te peço. Quando você me recitar poesias, deixa claro que é só pelo prazer de treinar, quando cantar pra mim minha música favorita, me avisa que é só porque é também a tua. Não me deixa mais louca que já sou, simplifica minha vida…” O pior não é quando o coração se tranca, pior é quando você não sabe aonde está a chave… se está com alguém, perdida ou sendo feita.”
Caio F_ O mundo la fora te julga, te condena e te incrimina. E a verdade é que nenhum deles te conhece. "A vida é como uma viagem de barco, subindo e descendo conforme o balanço das ondas. Graças aos amigos, não se perde o horizonte. E quando se naufraga, a amizade é a âncora que te apoia enquanto buscas um novo rumo." Quem ama suspira.
'Vou te pedir que fique. Mesmo que o futuro seja de incertezas, mesmo que não haja nada duradouro prescrito pra gente. Esse é um pedido egoísta, porque na verdade eu sei que se nada der realmente certo, vou ficar sem chão. Mas por outro lado, posso te fazer feliz também. É um risco. Eu pulo, se você me der a mão.' - Caio Fernando de Abreu 'Não sinto nada mais ou menos, ou eu gosto ou não gosto. Não sei sentir em doses homeopáticas. Preciso e gosto de intensidade, mesmo que ela seja ilusória e se não for assim, prefiro que não seja.
Não me apetece viver histórias medíocres, paixões não correspondidas e pessoas água com açúcar. Não sei brincar e ser café com leite. Só quero na minha vida gente que transpire adrenalina de alguma forma, que tenha coragem suficiente pra me dizer o que sente antes, durante e depois ou que invente boas estórias caso não possa vivê-las. Porque eu acho sempre muitas coisas - porque tenho uma mente fértil e delirante - e porque posso achar errado - e ter que me desculpar - e detesto pedir desculpas embora o faça sem dificuldade se me provarem que eu estraguei tudo achando o que não devia.
Quero grandes histórias e estórias; quero o amor e o ódio; quero o mais, o demais ou o nada. Não me importa o que é de verdade ou o que é mentira, mas tem que me convencer, extrair o máximo do meu prazer e me fazer crêr que é para sempre quando eu digo convicto que "nada é para sempre.'
Gabriel García Marquez
Caio F_ O mundo la fora te julga, te condena e te incrimina. E a verdade é que nenhum deles te conhece. "A vida é como uma viagem de barco, subindo e descendo conforme o balanço das ondas. Graças aos amigos, não se perde o horizonte. E quando se naufraga, a amizade é a âncora que te apoia enquanto buscas um novo rumo." Quem ama suspira.
'Vou te pedir que fique. Mesmo que o futuro seja de incertezas, mesmo que não haja nada duradouro prescrito pra gente. Esse é um pedido egoísta, porque na verdade eu sei que se nada der realmente certo, vou ficar sem chão. Mas por outro lado, posso te fazer feliz também. É um risco. Eu pulo, se você me der a mão.' - Caio Fernando de Abreu 'Não sinto nada mais ou menos, ou eu gosto ou não gosto. Não sei sentir em doses homeopáticas. Preciso e gosto de intensidade, mesmo que ela seja ilusória e se não for assim, prefiro que não seja.
Não me apetece viver histórias medíocres, paixões não correspondidas e pessoas água com açúcar. Não sei brincar e ser café com leite. Só quero na minha vida gente que transpire adrenalina de alguma forma, que tenha coragem suficiente pra me dizer o que sente antes, durante e depois ou que invente boas estórias caso não possa vivê-las. Porque eu acho sempre muitas coisas - porque tenho uma mente fértil e delirante - e porque posso achar errado - e ter que me desculpar - e detesto pedir desculpas embora o faça sem dificuldade se me provarem que eu estraguei tudo achando o que não devia.
Quero grandes histórias e estórias; quero o amor e o ódio; quero o mais, o demais ou o nada. Não me importa o que é de verdade ou o que é mentira, mas tem que me convencer, extrair o máximo do meu prazer e me fazer crêr que é para sempre quando eu digo convicto que "nada é para sempre.'
Gabriel García Marquez
'Vou te pedir que fique. Mesmo que o futuro seja de incertezas, mesmo que não haja nada duradouro prescrito pra gente. Esse é um pedido egoísta, porque na verdade eu sei que se nada der realmente certo, vou ficar sem chão. Mas por outro lado, posso te fazer feliz também. É um risco. Eu pulo, se você me der a mão.' - Caio Fernando de Abreu
O Conselho de Deus...
“Quando tudo parecer perdido, e a esperança desaparecer da tua vida, procure por mim. Eu estou ao teu lado, embora não me vejas. Quando lágrimas insistirem em cair dos teus olhos, lembra do sangue que meu filho derramou para que fosses feliz. Se o desejo de morrer tomar conta do teu ser, lembra que a tua morte poderá ser em vão, pois o meu filho morreu para salvar os seres humanos, e mesmo assim, pelo que parece, não conseguiu. É só olharmos ao redor do mundo… GUERRA, ao invés de paz. Desamor será no lugar do amor… É, e dizem que todo mundo colhe aquilo que planta. Que tal fazer uma colheita diferente? Portanto, plante diferente. Eu tenho o meu templo. Dizem que sou o dono da vida e da morte, e eu quero que saibas: Só morrerás em meu templo, mas quando você desistir de viver. Quando tudo parecer escuridão, os desamores, as descrenças, as desesperanças insistirem em tomar conta do teu coração, me busca. Nunca abandonei quem de mim precisa, e não serás tú, que confia em mim, que deixarei desamparado nessa hora, especialmente nessa hora que tu precisas. Vamos, coloque um sorriso neste rosto. É hora de erguer a cabeça. Siga em frente, pois logo sentirás a minha presença e tudo se resolverá, especialmente se você acreditar não somente em mim, mas também em você. Tristezas não cabem no meu mundo, e se te provo coisas da vida, é por que sei, tens forças suficientes para enfrentá-las. Jamais te abandonarei, portanto espere e confia, pois tudo resolverei. Entrega-te a força que te deu vida sem medo. Pai nem um deste mundo abandona um filho. Aceite então as provações que tens na vida, e tire as máximas lições que puderes de cada uma delas. Estas, só servirão para engrandecer o teu espírito e te tornares o mensageiro, não somente das minhas palavras, mas de todas as palavras de amor. Serás testemunha de meus atos em tua vida. Serás testemunha viva da força que tem a fé e o amor verdadeiro.”
Eu não queria estar assim. Eu poderia estar feliz. Queria não ter sentimentos. Eles me machucam, sempre que estão presentes em minha vida. É raro encontrar alguém que me deixe contente, e que este mesmo não tenha que partir. Que não me faça criar espectativas, me iludindo com coisas que não irão ser recíprocas. Quero alguém que me mostre que amar nem sempre é sinônimo de sofrer. Quero alguém pra ninar, pra beijar na testa, pra sair de mãos dadas. Aguento muitas coisas em siêncio. Vejo muitas coisas e não posso fazer absolutamente nada. Posso chorar só. Posso gritar, porque sei que ninguém irá ouvir. Posso sofrer, e sei que ninguém se importará. O silêncio por mais que às vezes seja necessário, ele também sabe machucar. Machuca mais que um corte. E ele não causa feridas expostas, e sim feridas no coração. Talvez seja pela ausência de palavras que necessitamos ouvir de uma certa pessoa. E quem sabe esta pessoa nunca esteja disposta a falar o que nossos ouvidos querem escutar. Talvez ela esteja ciente do que quer, mas não quer ceder. Me calo. Me fecho. Guardo minhas palavras. Eu já disse tanta coisa, e pelo o que parece todas foram em vão. Palavras que foram jogadas e o vento simplesmente levou. Não vou negar, que sinto borboletas quando falam de você. Mas a única coisa que me resta fazer é chorar, me sentir mal, me sentir só, imcompleta. Não pela distância. Pela falta de reciprocidade de sentimentos, por não ter mais alternativas, por estar cansada. Por ver que nada dá certo, e mesmo assim continuar tendo esperança de que as coisas irão se ajeitar, e que tudo ficará bem.
Amor não se define se sente
Não me prendo a nada que me defina. Sou companhia, mas posso ser solidão... tranqüilidade e inconstância, pedra e coração. Sou abraços, sorrisos, ânimo, bom humor, sarcasmo, preguiça e sono. Música alta e silêncio. Serei o que você quiser, mas só quando eu quiser. Não me limito, não sou cruel comigo! Serei sempre apego pelo que vale a pena e desapego pelo que não quer valer... Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato... Ou toca, ou não toca.
Clarice Lispector
Clarice Lispector
Dar uma chance ao amor!!!
"E por falar em dar… dar não é fazer amor. Dar é dar. Fazer amor é lindo, é sublime, é encantador, é esplêndido, mas dar é bom pra cacete.
Dar é aquela coisa que alguém te puxa os cabelos da nuca, te chama de nomes que eu não escreveria, não te vira com delicadeza, não sente vergonha de ritmos animais. Dar é bom. Melhor do que dar, só dar por dar. Dar sem querer casar, sem querer apresentar pra mãe, sem querer dar o primeiro abraço no Ano Novo.
Dar porque o cara te esquenta a coluna vertebral, te amolece o gingado, te molha o instinto.Dar porque se você não der para ele hoje, vai dar amanhã, ou depois de amanhã. Tem caras que você vai acabar dando, não tem jeito.
Dar sem esperar ouvir promessas, sem esperar ouvir carinhos, sem esperar ouvir futuro. Dar é bom, na hora. Durante um mês. Para as mais desavisadas, talvez anos.
Mas dar é dar demais e ficar vazia. Dar é não ganhar. É não ganhar um eu te amo baixinho perdido no meio do escuro. É não ganhar uma mão no ombro quando o caos da cidade parece querer te abduzir. É não ter alguém pra querer casar, para apresentar pra mãe, pra dar o primeiro abraço de Ano Novo e pra falar: “Que cê acha amor?”.
Dar é inevitável, dê mesmo, dê sempre, dê muito. Mas dê mais ainda, muito mais do que qualquer coisa, uma chance ao amor, esse sim é o maior tesão. Esse sim relaxa, cura o mau humor, ameniza todas as crises e faz você flutuar."
Tati Bernardi
Dar é aquela coisa que alguém te puxa os cabelos da nuca, te chama de nomes que eu não escreveria, não te vira com delicadeza, não sente vergonha de ritmos animais. Dar é bom. Melhor do que dar, só dar por dar. Dar sem querer casar, sem querer apresentar pra mãe, sem querer dar o primeiro abraço no Ano Novo.
Dar porque o cara te esquenta a coluna vertebral, te amolece o gingado, te molha o instinto.Dar porque se você não der para ele hoje, vai dar amanhã, ou depois de amanhã. Tem caras que você vai acabar dando, não tem jeito.
Dar sem esperar ouvir promessas, sem esperar ouvir carinhos, sem esperar ouvir futuro. Dar é bom, na hora. Durante um mês. Para as mais desavisadas, talvez anos.
Mas dar é dar demais e ficar vazia. Dar é não ganhar. É não ganhar um eu te amo baixinho perdido no meio do escuro. É não ganhar uma mão no ombro quando o caos da cidade parece querer te abduzir. É não ter alguém pra querer casar, para apresentar pra mãe, pra dar o primeiro abraço de Ano Novo e pra falar: “Que cê acha amor?”.
Dar é inevitável, dê mesmo, dê sempre, dê muito. Mas dê mais ainda, muito mais do que qualquer coisa, uma chance ao amor, esse sim é o maior tesão. Esse sim relaxa, cura o mau humor, ameniza todas as crises e faz você flutuar."
Tati Bernardi
É fácil amar o outro na mesa de bar, quando o papo é leve, o riso é farto, e o chope é gelado.
É fácil amar o outro nas férias de verão, no churrasco de domingo, nas festas agendadas no calendário do de vez em quando.
Difícil é amar quando o outro desaba. Quando não acredita em mais nada. E entende tudo errado. E paralisa. E se vitimiza. E perde o charme. O prazo. A identidade. A coerência. O rebolado.
Difícil amar quando o outro fica cada vez mais diferente do que habitualmente ele se mostra ou mais parecido com alguém que não aceitamos que ele esteja.
Difícil é permanecer ao seu lado quando parece que todos já foram embora. Quando as cortinas se abrem e ele não vê mais ninguém na plateia. Quando o seu pedido de ajuda, verbalizado ou não, exige que a gente saia do nosso egoísmo, do nosso sossego, da nossa rigidez, do nosso faz-de-conta, para caminhar humanamente ao seu encontro.
Difícil é amar quem não está se amando.
Mas esse talvez seja, sim, o tempo em que o outro mais precisa se sentir amado. Eu não acredito na existência de botões, alavancas, recursos afins, que façam as dores mais abissais desaparecerem, nos tempos mais devastadores, por pura mágica. Mas eu acredito na fé, na vontade essencial de transformação, no gesto aliado à vontade, e, especialmente, no amor que recebemos, nas temporadas difíceis, de quem não desiste da gente.
É fácil amar o outro nas férias de verão, no churrasco de domingo, nas festas agendadas no calendário do de vez em quando.
Difícil é amar quando o outro desaba. Quando não acredita em mais nada. E entende tudo errado. E paralisa. E se vitimiza. E perde o charme. O prazo. A identidade. A coerência. O rebolado.
Difícil amar quando o outro fica cada vez mais diferente do que habitualmente ele se mostra ou mais parecido com alguém que não aceitamos que ele esteja.
Difícil é permanecer ao seu lado quando parece que todos já foram embora. Quando as cortinas se abrem e ele não vê mais ninguém na plateia. Quando o seu pedido de ajuda, verbalizado ou não, exige que a gente saia do nosso egoísmo, do nosso sossego, da nossa rigidez, do nosso faz-de-conta, para caminhar humanamente ao seu encontro.
Difícil é amar quem não está se amando.
Mas esse talvez seja, sim, o tempo em que o outro mais precisa se sentir amado. Eu não acredito na existência de botões, alavancas, recursos afins, que façam as dores mais abissais desaparecerem, nos tempos mais devastadores, por pura mágica. Mas eu acredito na fé, na vontade essencial de transformação, no gesto aliado à vontade, e, especialmente, no amor que recebemos, nas temporadas difíceis, de quem não desiste da gente.
Meu grande AMOR
Só ele conheceu uma mulher corajosa que admitiu todos os medos, todas as neuroses, todas as inseguranças, toda a parte feia e real que todo mundo quer esconder com chapinhas, peitos falsos, bundas falsas, bebidas, poses, frases de efeito, saltos altos, maquiagem e risadas altas. Ninguém nunca me viu tão nua e transparente como você, ninguém nunca soube do meu medo de nadar em lugares muito profundos, de amar demais, de se perder um pouco de tanto amar, de não ser boa o suficiente. Só ele viu meu corpo de verdade, minha alma de verdade, meu prazer de verdade, meu choro baixinho embaixo da coberta com medo de não ser bonita e inteligente. Só para ele eu me desmontei inteira porque confiei que ele me amaria mesmo eu sendo desfigurada, intensa e verdadeira, como um quadro do Picasso.
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Ainda sinto você como se nunca tivessemos nos separado, sinto sua alma, sinto sua respiração, sinto seu amor ainda comigo.Não desista jamais e saiba valorizar quem te ama, esses sim merecem seu respeito.Quanto ao resto, bom,ninguem nunca precisou de restos para ser feliz..Aprendi que às pessoas mais queridas podem às vezes me ferir. E talvez nao amam o quanto eu gostaria. O que nao significa que nao amem muito, talvez seja o maximo que conseguemÉ difícil de aceitar, recomeçar do zero, levantar e caminhar. Perceber que quem se ama, já não se importa com você..Você não conhece as pessoas, você conhece a parte que elas permitem que você veja.Sempre devemos nos dar a chance de conhecer outras pessoas, pois tolos são aqueles que ignoram quem pode vir a ser o amor de suas vidas.Amor mesmo é quando uma pessoa diz "tchau" e a outra responde com "já estou com saudades"!"
Posso não ser tudo que você quer mas sou muito mais do que você merece!
Posso não ser tudo que você quer mas sou muito mais do que você merece!
Maturidade é ter ousadia pra assumir seus próprios erros.E” e “Se”, são palavras que por si não apresentam nenhuma ameaça. Mas se colocadas juntas, lado a lado, elas tem o poder de nos assombrar a vida toda! “E se... e se...
E tudo à minha volta me faz sentir sua falta!
Há poucas coisas mais tristes na vida do que ver alguém ir embora depois que deixou você. Ver a distância entre seus corpos aumentar, até que não haja mais nada… Exceto um espaço vazio e o silêncio.Pessoas não são como bonecos, não podemos brincar com elas e depois guardá-las na caixa!Eu passei todos esses anos namorando caras, que olhavam para o meu peito, quando deveriam olhar para os meus olhos. Agora acho que tenho todo o direito de escolher o cara certo. Onde ele anda? Com certeza está com as mulheres erradas!Dizem que vivemos num mundo de ódio e ambição, mas eu não acho. Sinto que há amor em todo lugar. Nem sempre algo que valha alguma manchete, mas está sempre ali. Pais e filhos, mães e filhas, maridos e mulheres, namorados, namoradas, amigos antigos. No atendado às Torres Gêmeas, os recados de quem estavam nos aviões não foram de raiva. Eram mensagens de amor. Se procurar, creio que descobrirá que o amor, simplesmente está em toda parte.
Sabe, finalmente... Acabou! Essa coisa doentia demais acabou. É um milagre. Eu não estou mais apaixonada por você. Eu vou viver minha vida agora e você não faz mais parte dela.
E tudo à minha volta me faz sentir sua falta!
Há poucas coisas mais tristes na vida do que ver alguém ir embora depois que deixou você. Ver a distância entre seus corpos aumentar, até que não haja mais nada… Exceto um espaço vazio e o silêncio.Pessoas não são como bonecos, não podemos brincar com elas e depois guardá-las na caixa!Eu passei todos esses anos namorando caras, que olhavam para o meu peito, quando deveriam olhar para os meus olhos. Agora acho que tenho todo o direito de escolher o cara certo. Onde ele anda? Com certeza está com as mulheres erradas!Dizem que vivemos num mundo de ódio e ambição, mas eu não acho. Sinto que há amor em todo lugar. Nem sempre algo que valha alguma manchete, mas está sempre ali. Pais e filhos, mães e filhas, maridos e mulheres, namorados, namoradas, amigos antigos. No atendado às Torres Gêmeas, os recados de quem estavam nos aviões não foram de raiva. Eram mensagens de amor. Se procurar, creio que descobrirá que o amor, simplesmente está em toda parte.
Sabe, finalmente... Acabou! Essa coisa doentia demais acabou. É um milagre. Eu não estou mais apaixonada por você. Eu vou viver minha vida agora e você não faz mais parte dela.
Há momentos em nossas vidas em que achamos que chegamos no fundo do poço. Que nossos corações se preenchem de uma tristeza profunda, na qual não vemos saída, nem graça pra procurar uma, nessa situação. Relaxe..curta esse momento e veja o que a vida está lhe ensinando nessa hora, perceba os sinais! Respeite e saiba interpretar os seus sonhos; Pois quando a gente menos espera, essa mesma vida que te deixa triste surpreendentemente lhe coloca em situações onde você não imagina que se daria bem. Mesmo quando tudo e todos estão contra você a vida te faz um vencedor… pelo menos naquele momento.
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
CHEGA DE MENTIRAS.
Percebo então que a seu respeito eu sei bem pouca coisa, quase nada. E ainda assim sinto como se te conhecesse há séculos. Cada vez que te olho a impressão que sinto é de familiaridade. A maneira de olhar. O seu sorriso contido, quase tímido e tão desprovido de inocência. O timbre da sua voz é cada vez mais íntimo. Por vezes acho que talvez já tenhamos nos esbarrado pela vida, mas depois vem a certeza de que lembraria se isso houvesse acontecido. Porque você é marcante demais e mesmo que ainda não tenha se dado conta, já deixou mais do que devia de si em mim. Também fico eu com a certeza de que deixei mais do que devia de mim em você. Por isso, quando me olha, eu sei exatamente o que você está pensando. Quando está quieto, sei o motivo pelo qual você está triste. Quando me abraça me embriago dos seus sentimentos num misto de troca de perfumes e pesos na consciência. Por isso cobro tanto de você. Pouco é nada, em comparação ao que você é capaz de expressar. Preciso de partes inteiras e não meias verdades. Quero que possa gritar e um sussurro só torna as coisas mais difíceis. Quero que possa sair da zona de conforto porque o outro lado tem muitos desafios. Prefiro assumir que tenho medo das tempestades e mesmo assim enfrentá-las a viver sob o eco do silêncio. Prefiro quem olha no olho e estas mensagens já não têm mais nenhum sentido. Eu quero o aqui e agora, surpresas, acasos. Quero o inesperado, palpável, real, visível e somente aquilo que é totalmente possível.
MAS A GENTE SE VÊ POR AÍ!
Então, andei pensando sobre nós... Quer, dizer, sobre mim e você separadamente e nas vezes em que pelo acaso – só ele mesmo, ou o que mais explicaria isso? – estivemos juntos. Porque eu e você nunca fomos nós. Sem essa de primeira pessoa do plural. Somos, quer dizer, eu sou e você é, cada um modernamente na sua, primeira pessoa do singular, lembra? Eu daqui, você daí e a vida é tão boa assim. Mudar para quê, não é mesmo? Diga que sim.
Calma, ninguém aqui está discutindo relação, pois nós bem sabemos, digo, eu sei e você sabe não existe relação a discutir. Existe algo, entretanto, que precisa chegar ao fim antes que tenha início mais desse algo que de alguma forma passou a existir, mas que também não é nada, entende?
Porque mais fácil, infinitamente mais fácil, do que realmente começar algo - que pode dar certo, mas, eu sei e você sabe, vai dar errado – é terminar tudo logo de uma vez. Eu disse tudo? Na verdade, eu quis dizer nada.
Nada de devolver aqueles momentos de guerra de almofadas, de roupas jogadas pelo chão.Nada de ter que te receber num final de tarde melancólico com você me cobrando atitudes. Nada de ter que desconstruir intimidades. Nada de ver minha gata amuada num canto sentido falta de suas brincadeiras. Nada de ficar me remoendo ao ver seus olhos desviando dos meus. Nada de querer te guardar numa caixa no fundo do armário. Nada de sentir saudade de você ocupando minhas tardes vazias. Nem as noites frias, nem os dias quentes. Você nunca esteve lá...
Porque nada é nada. E ponto. Até poderia ser tudo, se, porventura, deixasse meu medo para correr risco no seu mundo, e vice-versa. Se atrevêssemos, assim mesmo na primeira pessoa do plural, a ser livres não quando estamos sós, mas, sobretudo, estando juntos. Quem sabe um salto duplo de pára-quedas?
Mas, não. Isso causa vertigem e tanto eu, quanto você resolvemos, donos absolutos de nós mesmos, deixar emoções fortes ‘para quando...’. Até quando? Não sei; você tampouco. E ficamos, digo, eu fico e você fica assim: o que poderia ser o começo de tudo é apenas o fim de nada.
A gente se vê.
Calma, ninguém aqui está discutindo relação, pois nós bem sabemos, digo, eu sei e você sabe não existe relação a discutir. Existe algo, entretanto, que precisa chegar ao fim antes que tenha início mais desse algo que de alguma forma passou a existir, mas que também não é nada, entende?
Porque mais fácil, infinitamente mais fácil, do que realmente começar algo - que pode dar certo, mas, eu sei e você sabe, vai dar errado – é terminar tudo logo de uma vez. Eu disse tudo? Na verdade, eu quis dizer nada.
Nada de devolver aqueles momentos de guerra de almofadas, de roupas jogadas pelo chão.Nada de ter que te receber num final de tarde melancólico com você me cobrando atitudes. Nada de ter que desconstruir intimidades. Nada de ver minha gata amuada num canto sentido falta de suas brincadeiras. Nada de ficar me remoendo ao ver seus olhos desviando dos meus. Nada de querer te guardar numa caixa no fundo do armário. Nada de sentir saudade de você ocupando minhas tardes vazias. Nem as noites frias, nem os dias quentes. Você nunca esteve lá...
Porque nada é nada. E ponto. Até poderia ser tudo, se, porventura, deixasse meu medo para correr risco no seu mundo, e vice-versa. Se atrevêssemos, assim mesmo na primeira pessoa do plural, a ser livres não quando estamos sós, mas, sobretudo, estando juntos. Quem sabe um salto duplo de pára-quedas?
Mas, não. Isso causa vertigem e tanto eu, quanto você resolvemos, donos absolutos de nós mesmos, deixar emoções fortes ‘para quando...’. Até quando? Não sei; você tampouco. E ficamos, digo, eu fico e você fica assim: o que poderia ser o começo de tudo é apenas o fim de nada.
A gente se vê.
Eu vi o futuro no daqui a pouco anunciado. Não se tratava de um estandarte, de um acontecimento no qual a euforia era a mãe de todos os atos. Na verdade a bandeira de felicidade era só minha. E o futuro tinha muitas formas de se dizer o oposto do que era esperado. O anúncio veio de uma forma discreta? Não, inusitada talvez: eu sou muito velha para algumas coisas. Yes, I am an old woman! Maneiras tantas de reciclar relacionamentos com a simples constatação de que, minha vida está sendo vivida e eu estou envelhecendo! Ou seja, ... eu sou!
Naquele presente momento (que só deveria acontecer no futuro), eu me sentia muito menos autocrítica, vivenciando a leveza de quem já sabe reconhecer a fragilidade da natureza humana, assim como a engrenagem criada para vivermos a vida. E nessa contemplação me veio a constatação de que os erros fazem parte da arquitetura do que construímos sendo.
Eu cometi uma série de erros nos últimos dias. Um deles foi o de envelhecer! Nenhum deles vai mudar o curso da vida de outra pessoa, tampouco afetará alguém a ponto de prejudicá-la. Não parti corações ou negligenciei afetos, nem mesmo meus deveres como autora desses erros. Foram erros que, de acordo com o olhar de outro, “são apenas consequências da vida sendo vivida”.
A vida sendo vivida dá trabalho e nos modifica... por dentro e por fora. E mesmo assim a gente erra, nem sempre sabe como se desculpar, mas certamente tudo fica mais claro quando assumimos os erros. Foi por ter saído da rotina que cometi todos os erros dos últimos dias. Foi tentando ser uma mulher mais eficiente na minha natureza de mulher que errei aqui e ali. E saindo do lugar de sempre – geograficamente -, ficando de cara com um espelho. Não machuquei ninguém, não fui desrespeitosa, não declarei guerra.
Cometi erros, que não posso chamar de triviais, porque estava vivendo a vida de um jeito não muito comum para mim. Porque saí do círculo, dei um passo adiante, conheci, experimentei. Por esses erros, já estou respondendo, mas desta vez tentando não ser autocrítica demais, porque senão vai dar em autoboicote também. E confesso que desta vez me permiti não culpar tão violentamente. Só estou sendo! Desta vez, optei por ser mais gentil comigo mesma, e a aceitar a explicação que me foi dada: envelhecer é a vida sendo vivida.
E quando a vida nos acontece dessa forma, pisamos em cacos, em flores, em temores e abandonamos amores. Gargalhamos, choramos miúdo, lidamos com uma série de idas e vindas. Mas se lidar com as consequências realmente é que nos molda, assumo minhas culpas e me jogo à vida. Me deixo envelhecer!
Quero dela os erros e os acertos. As rugas e as decências.
Naquele presente momento (que só deveria acontecer no futuro), eu me sentia muito menos autocrítica, vivenciando a leveza de quem já sabe reconhecer a fragilidade da natureza humana, assim como a engrenagem criada para vivermos a vida. E nessa contemplação me veio a constatação de que os erros fazem parte da arquitetura do que construímos sendo.
Eu cometi uma série de erros nos últimos dias. Um deles foi o de envelhecer! Nenhum deles vai mudar o curso da vida de outra pessoa, tampouco afetará alguém a ponto de prejudicá-la. Não parti corações ou negligenciei afetos, nem mesmo meus deveres como autora desses erros. Foram erros que, de acordo com o olhar de outro, “são apenas consequências da vida sendo vivida”.
A vida sendo vivida dá trabalho e nos modifica... por dentro e por fora. E mesmo assim a gente erra, nem sempre sabe como se desculpar, mas certamente tudo fica mais claro quando assumimos os erros. Foi por ter saído da rotina que cometi todos os erros dos últimos dias. Foi tentando ser uma mulher mais eficiente na minha natureza de mulher que errei aqui e ali. E saindo do lugar de sempre – geograficamente -, ficando de cara com um espelho. Não machuquei ninguém, não fui desrespeitosa, não declarei guerra.
Cometi erros, que não posso chamar de triviais, porque estava vivendo a vida de um jeito não muito comum para mim. Porque saí do círculo, dei um passo adiante, conheci, experimentei. Por esses erros, já estou respondendo, mas desta vez tentando não ser autocrítica demais, porque senão vai dar em autoboicote também. E confesso que desta vez me permiti não culpar tão violentamente. Só estou sendo! Desta vez, optei por ser mais gentil comigo mesma, e a aceitar a explicação que me foi dada: envelhecer é a vida sendo vivida.
E quando a vida nos acontece dessa forma, pisamos em cacos, em flores, em temores e abandonamos amores. Gargalhamos, choramos miúdo, lidamos com uma série de idas e vindas. Mas se lidar com as consequências realmente é que nos molda, assumo minhas culpas e me jogo à vida. Me deixo envelhecer!
Quero dela os erros e os acertos. As rugas e as decências.
ALMA NUA
Existem pessoas que acreditam em inferno astral, eu prefiro acreditar em senso de oportunidade. Ou estamos dispostos a dar vazão às nossas necessidades ou não. Simples assim. Há aqueles que desistem diante do primeiro obstáculo e os que cansam da luta após vários nocautes. Mas também há aqueles que mesmo correndo contra o vento, superam todas as próprias expectativas, vencem o cansaço e cruzam a linha de chegada. Hoje percebo que já me coloquei em todas as posições. De dissidente, de perdedora e de vitoriosa. E chega um certo momento em nossas vidas em que somente as vitórias são aceitáveis. Porque já temos conhecimento para domar o medo e experiência para superar os obstáculos. Hoje eu não busco mais os sorrisos forçados e palavras bonitas. Quero apenas sinceridade e espontaneidade. Porque tenho ânsia em aprender e mesmo que a verdade me machuque, preciso sentir para optar pela continuidade do erro ou a evolução do aprendizado. E ultimamente nem as minhas próprias vontades me bastam. Por isso preciso me jogar em oportunidades nunca antes planejadas. Sem idealizações ou paixões platônicas. Quero viver apenas o momento, mesmo que o passado me tome por vezes de assalto. Desejo pensar apenas no hoje e não avaliar o que pode acontecer amanhã. Sem medos ou anseios. Me libertar da cadência das horas, da passagem dos dias e das agendas diárias. Viver por viver e me apresentar para um salto no escuro, um tapa na cara ou um coração partido. Não economizar na ação pensando na reação, porque prefiro sarar as dores da alma do que não saber nunca o que é ter sentimento.
Mas chega. Hoje decidi que estou prestes a assumir meu coração vazio. Não decidi isso movida por uma grande coragem ou por um momento de iluminação. Nada grandioso aconteceu. Apenas sinto que dei um pequeno, quase imperceptível, passo para uma vida mais madura. Eu simplesmente não suporto mais pintar o céu de cor-de-rosa para achar que vale a pena sair da cama.(Tati Bernardi)
Dar se ao Luxo de Ler
Tudo aquilo que nunca foi dito
Bem, sou fanática por livros. Todos, sem exceção. Acho legal trazer minhas impressões e dicas. Espero, receber de volta outras sugestões para colocarmos em nosso blog.
Irei aos poucos, apresentando alguns livros que li ou que estou lendo.
Os livros nos remetem a fantasia e sonhos, mas sempre há algo neles que nos fazem refletir, já que escrito por pessoas inteligentes, capazes de coadunar idéias através das palavras.
Marc Levy é francês, e seu primeiro livro de sucesso foi E se fosse verdade, que foi transformado em filme estrelado por Reese Witherspoon e Marc Ruffalo.
Seus livros já foram traduzidos para 42 línguas.
Tudo aquilo que nunca foi dito, tem a tônica de uma ficção, envolvendo questões familiares mal resolvidas, com toques cômicos e intimistas .
A partir do meio do livro, a trama passa para questões internas da personagem principal, revelando a tônica de romance.
Marc escreve de forma clara, inteligente e simples, com uma construção perfeita. Não nos perdemos durante os capítulos.
Marc Levy
Editora Suma das Letras
Recomendo porque: Ler é um Luxo !
Transtorno do Pânico, da Ansiedade, Medo e Pavor.
Em uma noite aparentemente calma e prestes a dormir, uma sensação desesperadora. Coração acelerado, tonturas, sensação de levitação, enfim, sintomas que minha mente insistia de ser minha morte precoce.
Fui para o hospital e adentrei na urgência : possível ataque cardíaco. O médico muito calmo disse que eu estava bem e eu insistia que eu estava prestes a morrer e ele, nada fazia. Tomei o famoso sossega leão e em quarenta minutos estava indo para casa.
Na época ele disse que tinha sido uma crise nervosa.
Passados dois dias outra onda, mais forte do que a primeira e fui para outro hospital, talvez melhor, onde verificassem que eu estava sofrendo de fato, um ataque cardíaco.
Dessa vez uma médica, nada tranquila, até talvez porque eu a tenha acordado, disse : fique calma que você está tendo uma ataque de histeria. Eu quase tive mesmo esse ataque diante dessa sutileza médica. Tomei outro sossega leão e fui para a casa, atônita sem saber o que fazer.
Aí é que começa o drama, que hoje quando lembro dou risadas.
Primeira parada um médico psiquiátrico que passou a me tratar como uma alface e dirigia-se tao somente para o meu marido. Fiquei pasma. Mesmo assim tomei alguns medicamentos e comecei a achar que de fato, eu era uma alface, tamanha pasmaceira que eu fiquei.
Parei e fui para um tratamento alternativo, holístico, resultado; todas as vezes que a onda de levitação chegava, eu tinha que comer gengibre cru, que eu comia como se fosse uma suculenta bomba de chocolate e pulava na terra descalça para reequilibrar as energias sutis.
Não adiantou. Então à essa receita foi acrescentado que eu jogasse água nos pés enquanto eu pulava na terra, para que eu aterrasse minhas energias.
Continuando o tratamento fui para outro médico. Agulhas e ventosas fulmegantes. Meu corpo era roxo pelas agulhas e pelas ventosas. Aprendi o tempo de um a onda e olhava no relógio o seu começo, ápice e declínio. Comecei a racionalizar e estabelecer um pouco mais de controle sobre minha mente e corpo.
Não sei se não tive paciência ou medo, ou por ver o meu próprio desgaste e o da minha família , decidi procurar um médico neurologista indicado por amigos que já haviam passado por isso, e comecei a tomar medicação controlada.
Então eu, comia gengibre, pulava na terra, tomava remédio, me submetia a dolorosas sessões de acupuntura….fora outras coisas.
O importante dizer é que eu passei por isso, me curei , trabalhei por todo esse período e estou aqui, dizendo que é possível o tratamento e que essa doença do novo século como alguns chamam, tem cura e que o silêncio de quem já passou por isso, pode aumentar o medo da loucura de outras que estão passando por isso.
Dentro do possível, tentei manter minha rotina de vida, o que ajudou a não adentrar na depressão que muitos casos levam.
Depois do Pânico, minha vida não voltou a ser o que era. Ficou muito melhor porque aprendi a me cuidar, a me conhecer e sentir os meus limites.
Fui para o hospital e adentrei na urgência : possível ataque cardíaco. O médico muito calmo disse que eu estava bem e eu insistia que eu estava prestes a morrer e ele, nada fazia. Tomei o famoso sossega leão e em quarenta minutos estava indo para casa.
Na época ele disse que tinha sido uma crise nervosa.
Passados dois dias outra onda, mais forte do que a primeira e fui para outro hospital, talvez melhor, onde verificassem que eu estava sofrendo de fato, um ataque cardíaco.
Dessa vez uma médica, nada tranquila, até talvez porque eu a tenha acordado, disse : fique calma que você está tendo uma ataque de histeria. Eu quase tive mesmo esse ataque diante dessa sutileza médica. Tomei outro sossega leão e fui para a casa, atônita sem saber o que fazer.
Aí é que começa o drama, que hoje quando lembro dou risadas.
Primeira parada um médico psiquiátrico que passou a me tratar como uma alface e dirigia-se tao somente para o meu marido. Fiquei pasma. Mesmo assim tomei alguns medicamentos e comecei a achar que de fato, eu era uma alface, tamanha pasmaceira que eu fiquei.
Parei e fui para um tratamento alternativo, holístico, resultado; todas as vezes que a onda de levitação chegava, eu tinha que comer gengibre cru, que eu comia como se fosse uma suculenta bomba de chocolate e pulava na terra descalça para reequilibrar as energias sutis.
Não adiantou. Então à essa receita foi acrescentado que eu jogasse água nos pés enquanto eu pulava na terra, para que eu aterrasse minhas energias.
Continuando o tratamento fui para outro médico. Agulhas e ventosas fulmegantes. Meu corpo era roxo pelas agulhas e pelas ventosas. Aprendi o tempo de um a onda e olhava no relógio o seu começo, ápice e declínio. Comecei a racionalizar e estabelecer um pouco mais de controle sobre minha mente e corpo.
Não sei se não tive paciência ou medo, ou por ver o meu próprio desgaste e o da minha família , decidi procurar um médico neurologista indicado por amigos que já haviam passado por isso, e comecei a tomar medicação controlada.
Então eu, comia gengibre, pulava na terra, tomava remédio, me submetia a dolorosas sessões de acupuntura….fora outras coisas.
O importante dizer é que eu passei por isso, me curei , trabalhei por todo esse período e estou aqui, dizendo que é possível o tratamento e que essa doença do novo século como alguns chamam, tem cura e que o silêncio de quem já passou por isso, pode aumentar o medo da loucura de outras que estão passando por isso.
Dentro do possível, tentei manter minha rotina de vida, o que ajudou a não adentrar na depressão que muitos casos levam.
Depois do Pânico, minha vida não voltou a ser o que era. Ficou muito melhor porque aprendi a me cuidar, a me conhecer e sentir os meus limites.
sábado, 5 de novembro de 2011
Quem sabe um dia ,os sonhos se tornem realidade , pessoas imaginarias se tornem pessoas reais , o impossivel se torne possivel , o odio se torne amor, a falsidade se torne amiga , e o mundo se torne um lugar feliz de se viver .As pessoas te deixam de lado e depois perguntam porque você mudou. Irônico né?Eu sou uma sanfona de esperança. Eu tenho estria na alma.
*Desabafos...
Apaixone-se por alguém que te AME, que te ASSUMA, te COMPREENDA mesmo na loucura. Apaixone-se por alguém que te AJUDE, que te GUIE, que seja teu apoio, teu sonho bom. Que diga "Eu te amo!" com atitudes e não apenas com palavras. Apaixone-se por alguém que converse depois de uma briga, reconhecendo o erro e pedindo desculpas com o coração. Apaixone-se por alguém que sinta sua falta e precise de você sorrindo!
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Farta... do estado sóbrio da vida..
O que aos outros serve como conforto,
Mas que a mim não serve agora de consolo...
Farta... do meu lado calmo, complacente,
O que me adormece e torna dormente...
Farta... de sonhos!
Sôfrega.... de pesadelos!
Os por mim causados, em noites de flagelos...
Os por mim provocados, em teias de novelos...
O que vale é que as minhas palavras de nadam valem...
E que para sempre elas se calem...
O que aos outros serve como conforto,
Mas que a mim não serve agora de consolo...
Farta... do meu lado calmo, complacente,
O que me adormece e torna dormente...
Farta... de sonhos!
Sôfrega.... de pesadelos!
Os por mim causados, em noites de flagelos...
Os por mim provocados, em teias de novelos...
O que vale é que as minhas palavras de nadam valem...
E que para sempre elas se calem...
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