Você é aquele tipo de amor bonito. É o tipo de amor que eu sei que se a gente se reencontrar daqui a 20 anos, vai continuar me fazendo sentir borboletas no estomago e frio na barriga. É aquele amor que ainda vai me fazer suspirar quando a idade já não me permitir respirar direito. É o amor que eu sempre vou levar comigo, na partezinha mais bonita e escondida do meu coração.
O Dito dizia que o certo era a gente estar sempre brabo de alegre, alegre por dentro, mesmo com tudo de ruim que acontecesse, alegre nas profundas. Podia? Alegre era a gente viver devagarinho, miudinho, não se importando demais com coisa nenhuma.

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